A Diretoria da Fesojus convida seus Diretores, assim como os representantes dos sindicatos filiados, para se fazerem presentes na primeira reunião da entidade, a ser realizada na cidade de Fortaleza, nos dias 18 e 19 de janeiro de 2018. Conforme ficou deliberado na Assembleia Geral Extraordinária (AGE) de Santa Catarina, o encontro será voltado a finalização do planejamento estratégico da Federação pós carta sindical.
Conforme o diretor de Comunicação da Fesojus, o diretor de Formação Sindical do Sindojus-CE, Mauro Xavier, o objetivo do encontro é deliberar sobre os assuntos de interesse da entidade, estipulando metas e os responsáveis por cada ação planejada nos próximos três anos. “Na ocasião serão estabelecidas metas, responsáveis, prazo de início e de término, avaliação, justificativas, etc.. Com isso, queremos organizar a Federação, trabalhando de forma ordenada”, esclarece.
Nesse sentido, Xavier reforça a importância da presença dos representantes dos sindicatos filiados, bem como dos responsáveis pela comunicação (diretor e/ou jornalista) de cada entidade; “seria bastante salutar, pois na oportunidade vamos fechar o planejamento da pasta de comunicação da Fesojus, a qual reputo como área primordial da federação”, completa. Ele informa que até o fim de dezembro a Fesojus estará repassando aos sindicatos filiados as demais informações quanto à reunião.

Fonte: Comunicação Fesojus - Assessoria de Imprensa do Sindojus-SC, Jornalista Patrícia Claudino.

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  2. Sres. Diretores da Fenojus. visto que, como se trata de uma representação classista de âmbito nacional, são urgentes tratativas judiciais (ADI) na órbita do STF para conter a afronta do Poder Executivo local à autonomia administrativa e financeira do TJPB, em particular contra o art. 35 da lei nº 11.162/2018 (LDO 2019), que, embora não tenha queda de arrecadação de receita, não inclui no cálculo duodecimal para construção das propostas orçamentárias dos outros Poderes e Órgãos a referência da RCL e o indexador com base em índice oficial que aufere as perdas inflacionárias (geralmente o IPCA), o que contraria o disposto no art. 12, §3º, da LRF.

    Tal situação se estende por vários anos, congelando o orçamento do TJPB e prejudicando diretamente os servidores efetivos desta Casa, no tocante à revisão anual de sua remuneração. Portanto, é importante que esta entidade federativa possa aviar o remédio, ainda em tempo hábil, para, num primeiro ato, liminarmente, suspender os efeitos do art. 35 da LDO 2019 e permitir na LOA a reintrodução da proposta orçamentária original do TJPB e o profilático resgate financeiro de aproximadamente 36 milhões de reais.

    Abraços cordiais

    Newton Leal Costa Filho

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