Alguns membros da diretoria da Fenojus, triênio 2015/2018

A justiça do trabalho confirmou, em definitivo, que João Batista Fernandes de Sousa é de fato e de direito o legítimo presidente da Federação Nacional dos Oficiais de Justiça do Brasil - Fenojus.
A ação judicial No.0001213-36.2015.5.08.0012 que tramitava no Tribunal Regional do Trabalho da 8a Região em Belém do Pará transitou em julgado, conforme certidão de trânsito em julgado anexa (CERTIDÃO).
Assim, o Sr. Edvaldo Lima que era autor da ação não poderá mais se apresentar perante os órgãos da administração pública do País como representante dos oficiais de justiça brasileiros. Além dessa decisão, o mesmo poderá ainda responder por perdas e danos em razão de ter iniciado toda essa confusão que deixou a categoria dos oficiais de justiça por muito tempo sem uma representatividade legalmente reconhecida.
Desta forma, fica legitimado definitivamente a diretoria abaixo citada, a qual tem seu mandato, legalmente  reconhecida, até julho de 2018:

Presidente - João Batista Fernandes de Sousa (Sindojus-CE)
Coordenador do Conselho de Representantes - Roberto Faustino de Souza Lima (Sindojus - TO)
Diretor de Finanças - Jaime Osmar Rodrigues (Sindojus - MT)
Diretor de Assuntos Legislativos - Luiz Arthur de souza (Sindojus-MT)
Diretor de Comunicação - Mauro Xavier de Sousa (Sindojus-CE)
Diretor de Assuntos Sindicais - Eduardo Cerveira Quintas (Sindojus-SP)
Diretor de Desenvolvimento Social - Paulo Cesar Vieira (Sindojus-SP)

João Batista conclama a unidade da categoria dos Oficiais de Justiça brasileiros

João Batista repete suas palavras ditas após a sentença inicial e lamenta essa situação ter chegado onde chegou. Por ele, essa situação deveria ter sido resolvida através de consenso entre os representantes dos Sindojus filiados à Fenojus. O mesmo lembra que não foi ele que deu causa a essa situação, mas espera que isso seja superado por todos e que, doravante, a categoria se una, verdadeiramente, para lutar por seus direitos. Em sua fala, destacamos:
“A hora é de unidade da categoria a nível nacional. Temos que parar de brigar entre nós, pois já temos muitos inimigos externos. Não podemos mais perder tempo com esse tipo de situação que só traz descrédito aos legítimos representantes dos oficiais de justiça. Quem perde com isso é toda a categoria. Portanto, companheiros, deixemos para trás brigas e desavença internas, pois, como disse, é hora de união e de seguirmos em frente. Estamos e sempre estaremos abertos ao diálogo com o grupo opositor. Temos uma pauta extensa em Brasília e precisamos ter a união de todas as entidades que representam os oficiais de justiça do Brasil, independente, destas entidades representarem os oficiais de justiça estaduais, federais ou do trabalho. É chegado a hora de arregaçarmos as mangas e trabalharmos muito, mas muito mesmo na luta pela busca de direitos da categoria e que, até o presente momento, estão sendo negados, como aposentadoria especial, porte de arma, redução de IPI, ICMS, IPVA, livre estacionamento, padronização de atos, lei orgânica, segurança dos oficiais de justiça, cumprimento da resolução 153 do CNJ, dentre outros.”

Conheça no link abaixo o histórico desse imbróglio jurídico iniciado por um grupo de oposição à atual diretoria:


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