Filho de uma operária das fábricas de castanha e de um sargento da PM, era praticamente impossível que uma pessoa, nas minhas condições, tivesse acesso ao aristocrático curso de Direito. Estudei a vida inteira em escola pública, estudando apenas um ano em escola privada com bolsa integral, obtida por meio de uma rigorosa seleção. Depois de três tentativas na Universidade Federal do Ceará, sempre ficava na 2ª fase. Um dia, descobri a existência do ProUni, criado pelo presidente Lula. Foi então que, o filho de uma operária das fábricas de castanha e neto de agricultores analfabetos, formou-se em Direito, obtendo duas aprovações na OAB mais de um ano antes de se formar.

Assumi cargo de confiança de assessor jurídico no Tribunal de Justiça do Ceará e hoje, um dos dias mais felizes de minha vida, encontro meu nome no Diário de Justiça, Concurso CESPE-UNB, convocando-me para apresentação de títulos no concurso de Oficial de Justiça da mais alta Corte de Justiça Alencarina.

Mudei minha história de vida, dos meus familiares e de meus descendentes. A minha história talvez não fosse essa, se não fosse um programa social de tal importância criado por esse governo: o ProUni. Obrigado, Presidente! Parafraseando o senhor, talvez por não ter tido acesso à educação, o senhor foi o Presidente desse país que mais investiu nela. Fica com Deus e muita saúde.


Fonte: O Brasil

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